A segurança virtual tem se tornado
cada vez mais importante, já que crackers e outros criminosos virtuais
têm, além de aperfeiçoar as já existentes, criado novas táticas para
invadir e roubar dados. E, em 2012, isso pode piorar.
O site Information Week listou 10 tendências para esse universo, e que todos nós devemos ficar de olho neste ano que mal começou.
Uma pesquisa feita pela Verizon aponta que,
entre 2005 e 2010, o número de ataques aumentou em uma escala de 5
vezes. Então, empresas têm de criar maneiras de detecção mais rápidas,
bloqueando o ataque o mais rápido possível. Outro ponto importante é o
fato das empresas terem que se assumir como possíveis alvos.
Outra tendência para 2012, de acordo com a
pesquisa, é a espionagem virtual. Alguns ataques do tipo foram feitos em
2011 e tiveram sucesso, indicando que eles irão continuar este ano.
Este é outro ponto em que deve-se tomar cuidado. A também chamada
"espionagem industrial" é executada de maneira lenta e sem visibilidade,
aumentando o perigo dessas ações.
O mundo móvel também entra na jogada. O
sistema Android foi um dos principais alvos dos ataques e 2012 pode ser o
ano dos malwares móveis. Um grande alivio para os donos de smartphones é
o fato dos criminosos visarem mais desktops e notebooks por conterem
mais dados financeiros que smartphones.
Porém, todo cuidado é pouco, principalmente
com aplicativos feitos por terceiros, onde muitas vezes há cláusulas
escondidas e que permitem o acesso aos dados contidos nos celulares.
Mas, outro problema assusta os donos de smartphones: perdas e roubos físicos. Uma grande tendência para 2012 são os sistemas anti-furto. Assim, empresas e fabricantes devem investir mais em sistemas do tipo, garantindo que haverá alguma forma de rastrear e outras funções que permitam que o dono bloqueie ou dificulte o acesso aos dados internos desses dispositivos.
Mas, outro problema assusta os donos de smartphones: perdas e roubos físicos. Uma grande tendência para 2012 são os sistemas anti-furto. Assim, empresas e fabricantes devem investir mais em sistemas do tipo, garantindo que haverá alguma forma de rastrear e outras funções que permitam que o dono bloqueie ou dificulte o acesso aos dados internos desses dispositivos.
Os ataques de phishing devem ficar nos
holofotes. Esse tipo de ataque é bastante usado por ser rápido e barato.
Já há casos de empresas que ficaram com seus sistemas de segurança
totalmente comprometidos por um simples clique em um malware contido em
algum e-mail. Esses ataques assustam pois a única forma de evitá-los é o
bom senso do usuário em resistir a eles.
As redes sociais não são apenas alvo de
pessoas que querem se enturmar. Também são extremamente visadas pelos
criminosos. Mas, aqui, não são usadas tecnologias avançadas e sim o
descuido do ser humano. Assim, espera-se que muito mais ataques desse
tipo ocorram em 2012, já que o número de usuários nas redes sociais
aumentam a cada dia. O que é preocupante é o fato de 51% desses ataques
terem interesses financeiros, ou seja, de roubarem seu dinheiro.
Trojans: outro ponto para se tomar muito
cuidado em 2012. 3/4 de todos os malwares são trojans, perigosos vírus
que se apoderam das ações do computador infectado. Eles são criados e
disseminados facilmente, e têm alta taxa de infecção nos PCs. Assim,
todos os seus dados, como senhas, ficam vulneráveis quando seu
computador é invadido por um desses malwares.
Códigos de programas também precisarão ser
revistos em 2012. A missão dos desenvolvedores para o novo ano é a de
produzir códigos limpos, onde qualquer possibilidade de brecha de
segurança seja exterminada antes que o produto seja levado a público.
Porém, essa tarefa não pode ser executada sem a ajuda de grandes
executivos. Uma grande ajuda pode vir dos próprios desenvolvedores
internos ou até de serviços externos especializados em correção e
relatórios desses tipos de brechas ou bugs. Aqui, vale lembrar que,
quanto antes essa verificação e correção forem feitas, mais barato será
para a empresa, que pode gastar bem menos se esses erros forem
detectados antes de entrega dos produtos finais.

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