De acordo com a Reuters, Karel de Gucht, porta-voz e chefe do setor de comércio da UE, afirmou que representantes do bloco macro-econômico "querem pedir à Corte máxima que analise os fundamentos do ACTA e sua compatibilidade com os direitos e liberdades da Europa, como o direito à liberdade de expressão e também o de proteção à informação".
O ACTA - ou Anti Counterfeiting Trade Agreement - é uma proposta legislativa de efeito global que visa inibir o que seus autores chamam de "contrabando da propriedade intelectual". Ao contrário do SOPA, o ACTA não possui efeito somente na esfera online (embora esteja em sua súmula o ataque à pirataria na internet), mas também o comércio de bens protegidos por leis autorais. Seus métodos se resumem a instituir padrões internacionais de policiamento da propriedade intelectual - o que, para muitos, é uma forma de censura que fere as leis mundiais de liberdade de expressão.

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